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‘Tirado de nós por politicagem barata de rede social’

[ad_18] O artista Calvet fez um grande desabafo sobre o encerramento da exposição “Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade”, afirmando que foi um ato de censura do Governo de São Paulo. Com diversas obras na mostra, ele atribuiu a decisão a ataques de influenciadores e políticos de extrema-direita. Em uma publicação nas redes sociais, […]

'Tirado de nós por politicagem barata de rede social'

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O artista Calvet fez um grande desabafo sobre o encerramento da exposição “Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade”, afirmando que foi um ato de censura do Governo de São Paulo.

Com diversas obras na mostra, ele atribuiu a decisão a ataques de influenciadores e políticos de extrema-direita.

Em uma publicação nas redes sociais, Calvet compartilhou fotos de seus trabalhos com uma tag com os dizeres “Censura Governo de São Paulo”.

“Isso foi tirado de nós por politicagem barata de rede social”, declarou o artista, que associou a movimentação ao ano eleitoral de 2026 e pediu para que não votem em candidatos do PL.

A exposição, que estava em cartaz no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, foi encerrada em 31 de maio, antes do previsto. A previsão inicial era que a mostra ficasse aberta ao público até agosto.

Antes do encerramento, a mostra foi alvo de uma campanha de políticos do PL. O deputado estadual Tenente Coimbra acionou o Ministério Público contra a exposição, classificando-a como “narcocultura” e alegando apologia ao tráfico.

O influenciador Felipe Sertanejo e outros políticos, como a deputada Letícia Aguiar e o vereador Lucas Pavanato, também criticaram a exposição em vídeos nas redes sociais.

A curadora da exposição em São Paulo, Renata Prado, também classificou o fim antecipado como um ato de censura.

Em nota, o Museu da Língua Portuguesa afirmou que o encerramento foi necessário para a montagem de duas novas exposições e que a mostra sobre funk ficou em cartaz por seis meses, tempo médio das mostras temporárias do local.

Concebida originalmente pelo Museu de Arte do Rio (MAR), a exposição “Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade” ficou em cartaz por um ano e meio no Rio de Janeiro e também teve uma passagem pela França.

Segundo a curadora Renata Prado, a mostra recebeu cerca de 180 mil visitantes em São Paulo, tornando-se a terceira mais visitada do museu desde sua reabertura.

Confira o desabafo completo abaixo:



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