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Taylor Swift move ação para barrar uso de sua imagem e voz em conteúdos gerados por IA

Taylor Swift está ampliando a batalha contra o uso indevido de inteligência artificial na indústria do entretenimento. De acordo com matéria publicada nesta segunda-feira (27) pela Variety, a cantora entrou com pedidos para registrar legalmente sua voz e sua imagem, em uma estratégia para se proteger de imitações geradas por IA. Os registros foram feitos […]

(Foto: Dri Spaca/Papelpop/Todos os Direitos de Reprodução Reservados)


Taylor Swift está ampliando a batalha contra o uso indevido de inteligência artificial na indústria do entretenimento. De acordo com matéria publicada nesta segunda-feira (27) pela Variety, a cantora entrou com pedidos para registrar legalmente sua voz e sua imagem, em uma estratégia para se proteger de imitações geradas por IA.

Os registros foram feitos pela empresa da artista e incluem duas marcas sonoras com frases ditas por ela — “Hey, it’s Taylor Swift” e “Hey, it’s Taylor” —, além de uma imagem específica da cantora na “The Eras Tour”.

Nos últimos anos, Swift já teve sua imagem explorada sem autorização em diversos conteúdos gerados por IA, incluindo materiais criados por chatbots da Meta e até imagens pornográficas que circularam online.

O tema ganhou ainda mais repercussão durante a corrida presidencial dos Estados Unidos em 2024, quando Donald Trump compartilhou imagens geradas por IA que sugeriam, falsamente, que a cantora o apoiava.

O movimento de Swift acompanha uma tendência crescente em Hollywood. O ator Matthew McConaughey, por exemplo, também partiu para uma estratégia semelhante e já teve aprovados registros de marca para proteger sua voz, imagem e até sua frase icônica “Alright, alright, alright”, usada no filme “Jovens, Loucos e Rebeldes” (1993).

No caso dele, foram oito registros aprovados, incluindo áudios e vídeos curtos, com o objetivo de impedir que ferramentas de IA reproduzam sua identidade sem autorização e até permitir ações judiciais em casos de uso indevido.





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