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Poze, Ryan SP e dono da Choquei são presos em Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão

[ad_18] Investigação mira movimentações que superam R$ 1,6 bilhão; mandados são cumpridos em nove estados e no Distrito Federal. A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Narcofluxo, que visa desarticular uma organização criminosa suspeita de movimentar ilegalmente mais de R$ 1,6 bilhão. Entre os alvos de mandados de prisão temporária […]

Poze, Ryan SP e dono da Choquei são presos em Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão

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Investigação mira movimentações que superam R$ 1,6 bilhão; mandados são cumpridos em nove estados e no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Narcofluxo, que visa desarticular uma organização criminosa suspeita de movimentar ilegalmente mais de R$ 1,6 bilhão. Entre os alvos de mandados de prisão temporária estão os funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de influenciadores digitais como Raphael Sousa, criador da página Choquei, e Chrys Dias.

A ofensiva mobiliza cerca de 200 agentes para o cumprimento de 39 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão. As ordens judiciais, expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos, são executadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

As prisões e os alvos

De acordo com a Polícia Federal, os principais alvos da operação foram localizados em diferentes estados. Em São Paulo, o funkeiro MC Ryan SP, de 25 anos, foi detido enquanto participava de uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. Já no Rio de Janeiro, os agentes prenderam Marlon Brandon Coelho Couto Silva, o MC Poze do Rodo, de 27 anos; ele estava em sua residência, situada em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da capital fluminense.

A ofensiva também atingiu o empresário Raphael Sousa, criador da página Choquei, que é investigado por atuar como “operador de mídia” do grupo criminoso. Segundo as investigações, Raphael recebia repasses financeiros para gerenciar a imagem dos membros do esquema e atuar na “mitigação de crises” públicas envolvendo os investigados. O influenciador Chris Dias, que acumula milhões de seguidores, também foi detido sob suspeita de envolvimento na lavagem de ativos.

As investigações apontam que a organização utilizava uma rede complexa para ocultar a origem de recursos ilícitos. O grupo se valia de criptomoedas para dificultar o rastreio das autoridades, movimentação de grandes quantias em espécie e o uso de figuras públicas e páginas de grance alcance para circular e legitimar os valores.

Durante as buscas, a PF apreendeu uma frota de carros de luxo, armas e grandes quantias de dinheiro. Um dos itens que chamou a atenção dos agentes foi um colar de ouro com a imagem de Pablo Escobar, encontrado em um dos endereços.

O que dizem as defesas

Em nota, a assessoria jurídica de MC Ryan SP afirmou que ainda não teve acesso integral ao processo, que corre sob sigilo, mas garantiu que o artista possui “absoluta integridade” e que todas as suas movimentações financeiras têm origem comprovada e impostos recolhidos.

A defesa de MC Poze do Rodo declarou que desconhece o teor do mandado e que se manifestará assim que conseguir acesso aos autos, buscando o restabelecimento da liberdade do cantor.

Até o momento, os representantes de Raphael Sousa e Chrys Dias não foram localizados para comentar as prisões. O espaço segue aberto para manifestações.

Os detidos podem responder por crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e associação criminosa. A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes da rede.

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