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A plataforma cultural Leopoldina Hip-Hop lançou o Mapeamento Minas do Rap RJ. O projeto está com inscrições abertas e prioriza mulheres negras, periféricas, LGBTQIANP+ e com deficiência. Criado pela produtora Ana Paula Gualberto, o banco de dados busca reunir informações sobre mulheres que atuam em diversas frentes do hip-hop, como MCs, DJs, grafiteiras, dançarinas, fotógrafas, produtoras e comunicadoras. Além da identificação, o levantamento também analisa faixa etária, orientação sexual e condições de trabalho dessas artistas.
“O objetivo é entender e fortalecer a atuação dessas mulheres na cena, criando conexões reais com quem contrata”, explicou Ana Paula, idealizadora da plataforma Leopoldina Hip-Hop (LH2), em material de divulgação.
As participantes devem preencher um formulário online e apresentar um histórico de atuação cultural. As informações coletadas serão reunidas em um e-book gratuito que ficará disponível nas redes da LH2.
A ação é desdobramento do Intercâmbio Minas do Rap, projeto iniciado em 2023 e voltado à formação de trabalhadoras independentes da cultura urbana da Zona Norte. A segunda edição já está em curso, com oficinas gratuitas sobre temas como acessibilidade, direito autoral, redes sociais e captação de recursos. As atividades ocorrem na Escola Quilombista Dandara dos Palmares, no Complexo do Alemão.
Ao fim da formação, as participantes vão lançar um EP com 5 faixas autorais. O encerramento acontece em 25 de outubro, no festival LH2 das Minas, com apresentações e feira multicultural. Desde 2017, a LH2 já impactou mais de 3 mil pessoas, oferecendo visibilidade e oportunidades a jovens artistas das periferias do Rio. Faça a sua inscrição clicando aqui.
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