O YouTube voltou a confirmar a força da música urbana brasileira em 2026. Entre os artistas com maior média de visualizações por publicação no mês de abril, MC Livinho apareceu como um dos grandes destaques do país, consolidando o funk entre os gêneros mais consumidos da plataforma.
O levantamento, realizado pela Zeeng, analisou artistas brasileiros monitorados no YouTube durante o período e mostrou um cenário cada vez mais competitivo entre diferentes estilos musicais. No ranking geral, Panda liderou com média de 15,1 milhões de visualizações por publicação, seguido por MC Livinho, que alcançou mais de 5,5 milhões de views por conteúdo publicado.
O top 3 ainda conta com Nauta MC, representante da nova geração do trap nacional.
🥇 Panda — 15.197.073
🥈 MC Livinho — 5.521.015
🥉 Nauta MC — 4.633.948
A presença de Livinho entre os maiores números do país reforça o momento de alta da música urbana nas plataformas digitais. Misturando funk, R&B e elementos do pop, o artista mantém uma audiência consolidada e mostra como o funk paulista segue ocupando espaço de protagonismo no consumo musical brasileiro.
Além de Livinho, o ranking também evidencia a força do funk em diferentes vertentes, ao lado do trap e do rap, representados por nomes como Chefin e Vulgo FK. O cenário ainda divide espaço com gigantes do sertanejo, como Maiara e Maraisa, João Bosco e Vinícius e Zé Neto e Cristiano.
O levantamento também aponta o crescimento contínuo do forró, piseiro e arrocha no ambiente digital, com artistas como Wesley Safadão, Felipe Amorim, Natanzinho Lima e Mikael Santos aparecendo entre os destaques de audiência.
Outro ponto que chamou atenção foi a presença de Roberto Carlos entre os 20 maiores números da plataforma no período, mostrando que artistas históricos seguem competitivos mesmo em meio às novas tendências digitais.
A média de visualizações por publicação entre os 20 artistas mais assistidos superou 2,1 milhões de views, reforçando o YouTube como uma das principais vitrines da indústria musical brasileira — funcionando não apenas como plataforma de clipes, mas também como termômetro cultural e ferramenta de descoberta de novos artistas.
Segundo a Zeeng, a metodologia considerou a média de visualizações por publicação durante abril de 2026. A plataforma destacou ainda que a API do YouTube não diferencia visualizações orgânicas e impulsionadas, contabilizando o total capturado nas publicações analisadas.
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