PUBLICIDADE

Direção do Festival MADA detalha curadoria histórica que revelou nomes como Baco Exu do Blues para o cenário nacional

[ad_18] O Festival MADA (Música Alimento da Alma) carrega em sua história a marca de identificar movimentos e artistas antes que eles alcancem o topo das paradas nacionais. Criado em 1998, o evento potiguar já recebeu mais de 700 atrações ao longo de quase três décadas, servindo de termômetro para os rumos da música brasileira. […]

Direção do Festival MADA detalha curadoria histórica que revelou nomes como Baco Exu do Blues para o cenário nacional

[ad_18]

O Festival MADA (Música Alimento da Alma) carrega em sua história a marca de identificar movimentos e artistas antes que eles alcancem o topo das paradas nacionais. Criado em 1998, o evento potiguar já recebeu mais de 700 atrações ao longo de quase três décadas, servindo de termômetro para os rumos da música brasileira.

A relação com novos talentos é uma constante na trajetória do festival. Em 2003, Pitty subiu ao palco do evento em Natal quando ainda iniciava sua caminhada rumo ao estrelato nacional. O show marcou a estreia da cantora em grandes festivais, pouco antes de ela conquistar projeção em todo o país. Naquela edição, dividiu a programação com O Rappa, Nação Zumbi, Eddie, Autoramas e Frejat.

Anos depois, o fenômeno se repetiu com o rap. Baco Exu do Blues fez no MADA o seu primeiro show em um grande festival, pavimentando o caminho para o reconhecimento nacional. O mesmo ocorreu com Djonga, que frequentemente cita a importância do circuito de festivais independentes para a expansão de sua carreira pelo país. A lista de apostas certeiras inclui também Detonautas, que passou pelo evento em um período decisivo de consolidação de público.

“Desde o início, o MADA sempre teve um olhar para a música brasileira com muita curiosidade e sensibilidade”, afirma Jomardo Jomas, idealizador e diretor do evento. Ele aponta que acompanhar o surgimento de nomes que depois conquistaram o país é parte fundamental da identidade construída pelo festival.

Curadoria e encontros geracionais

O festival também se notabilizou por promover encontros históricos nos palcos potiguares. Em 2014, Di Melo e Gerson King Combo dividiram o mesmo espaço. O evento também foi responsável por viabilizar o único show do Cansei de Ser Sexy na região Nordeste, além de abrir espaço para as transformações do rap, reggae, rock e pop nacional.

Para Pedro Barreira, diretor artístico do festival há dez anos, esse histórico não é fruto do acaso. “Ao buscar manter um olhar atento para a cena independente e apostar em novos movimentos da música brasileira, o MADA acabou acompanhando trajetórias que hoje ocupam lugar de destaque no país”, explica. Ele reforça que o processo é resultado de pesquisa contínua e escuta ativa da cena.

[ad_21]

Fonte

Leia mais

Pop

Radar Musical | Portal de Notícias