Bárbara Bandeira é, hoje em dia, um dos principais nomes do universo do pop em Portugal e uma artista em destaque da Parlaphone Portugal, uma gravadora braço da Warner Music.
A artista retornou ao Rock In Rio Lisboa como uma das principais atrações do palco Super Bock, no último fim de semana.
A primeira vez que se apresentou no festival fora há 8 anos, quando ainda tinha 17 anos.
Filha de mãe cearense e pai português, Bandeira tem dez anos de carreira, soma mais de 560 mil ouvintes mensais no Spotify e se tornou a primeira artista feminina a conquistar um Single de Diamante no país.
Também já venceu um Globo de Ouro, dois MTV Europe Music Awards e foi aclamada ao abrir quatro shows esgotados do Coldplay para mais de 220 mil pessoas.
Esse reconhecimento acompanha um processo de amadurecimento artístico. Após alcançar o sucesso ainda adolescente, Bárbara assumiu o controle de sua narrativa, participando diretamente de todas as etapas do trabalho – da composição ao conceito e estética visual. Sua música reflete essa virada com uma abordagem menos imediata e cada vez mais autoral e identitária.
Bárbara vive hoje um novo momento com o projeto musical “Lusa”, álbum concebido em quatro atos que costura influências de Portugal e do Brasil.
O “Ato I”, lançado em 2025, contou com participações de Veigh (“Fumaça”) e WIU (“Zona Sul”), além de ter um sample de Zeca Veloso.
No começo de janeiro, ela apresentou o single “Marcha” e em maio entregou o “Ato II”, que conta com “Rapariga”, uma parceria com a fadista Amália Rodrigues, o primeiro lançamento oficial de Amália desde sua morte em 1999.
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