A Alphabet, holding multinacional americana de tecnologia que é controladora do Google, divulgou nesta semana um balanço com seu desempenho durante o terceiro trimestre de 2026. Dentre os dados, foi revelado que os serviços de assinatura do YouTube, o YouTube Music e o Premium, ultrapassaram, juntos, 150 milhões de usuários em todo o mundo – esse montante já considerando os períodos de teste.
Os serviços disponibilizados pelo YouTube teriam ganho uma média de cerca de 1,3 milhão de novos assinantes por mês desde 2025, conforme reportou o portal Music Business Worldwide nesta quinta-feira (29). Em março do ano passado, a plataforma havia anunciado ter chego à marca de 125 milhões de assinantes do Music e Premium, o que quer dizer que ganhou mais de 25 milhões de novos assinantes de lá até aqui.
O movimento de crescente desse índice se observa, pelo menos, desde 2024. Em fevereiro daquele ano, a plataforma anunciou que havia atingido o montante de 100 milhões de assinantes entre os dois serviços. O YouTube não divulga isoladamente os números de assinantes entre Music e Premium.
“As assinaturas ajudam a financiar o ecossistema de criadores e a impulsionar a plataforma”, destaca Diretor de Negócios do Google frente ao novo marco do YouTube
O balanço do terceiro trimestre desse ano da Aplhabet revela que sua receita proveniente de “assinaturas, plataformas e dispositivos do Google” – o que inclui o YouTube – cresceu 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa parte da receita bateu US$14,29 bilhões nesse penúltimo trimestre do ano, contra US$12,87 bilhões do ano anterior. Inclui-se a isso também os serviços do próprio Google, o Google One e o Google Play.
“É importante destacar que nosso ecossistema de assinaturas continua a complementar nosso negócio de publicidade […]. As assinaturas continuam a crescer mais rápido do que os anúncios, impulsionadas pelo YouTube Music e Premium […]. Com mais pessoas optando por experiências premium, é uma vitória para os espectadores, para os criadores e para o nosso negócio. As assinaturas ajudam a financiar o ecossistema de criadores e a impulsionar a plataforma”, pontuou Philipp Schindler, Diretor de Negócios do Google.
Já a receita de publicidade, isoladamente do YouTube, cresceu 9,2% em comparação ao mesmo período de 2025. No terceiro trimestre de 2026, o número chegou a US$11,21 bilhões, contra US$10,26 bilhões do ano anterior.
Fonte
