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Duquesa divide mesa com Gilberto Gil na Flup 2026, no Rio

Encontro teve como tema “Todas as revoluções começam com uma canção” e reuniu diferentes gerações da música brasileira em conversa mediada por Miriam Leitão A música brasileira colocou diferentes gerações frente a frente na programação da Flup 2026. Nesta semana, a rapper Duquesa dividiu uma mesa com Gilberto Gil no Teatro Carlos Gomes, no Centro […]

Duquesa divide mesa com Gilberto Gil na Flup 2026, no Rio


Encontro teve como tema “Todas as revoluções começam com uma canção” e reuniu diferentes gerações da música brasileira em conversa mediada por Miriam Leitão

A música brasileira colocou diferentes gerações frente a frente na programação da Flup 2026. Nesta semana, a rapper Duquesa dividiu uma mesa com Gilberto Gil no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio de Janeiro, em um encontro dedicado a discutir a força da canção e sua relação com processos de transformação social e cultural.

Com o tema “Todas as revoluções começam com uma canção”, a conversa teve mediação da jornalista Miriam Leitão e aproximou dois artistas com trajetórias construídas em períodos distintos da música brasileira.

A partir das experiências de cada um, o encontro abriu espaço para uma reflexão sobre o papel da música na sociedade, passando por diferentes formas de expressão, contextos históricos e pela capacidade das canções de registrar momentos e provocar debates.

A presença de Duquesa ao lado de Gilberto Gil também colocou em evidência o diálogo entre diferentes gerações da música brasileira. De um lado, um dos nomes fundamentais da cultura nacional, com uma trajetória marcada pela música popular brasileira e por décadas de atuação artística. Do outro, uma rapper que vem construindo seu espaço dentro da nova geração do rap nacional.

Natural de Feira de Santana, na Bahia, Duquesa tem ampliado sua atuação para além dos lançamentos e apresentações musicais. A artista vem ocupando diferentes espaços de discussão ligados à música, à cultura e às experiências da juventude negra brasileira.

Na Flup, essa trajetória encontrou um ambiente voltado justamente ao encontro entre diferentes linguagens e perspectivas.

Créditos: @lyzaoliv

Duquesa e a nova geração do rap

A participação da rapper também representa a presença do hip-hop em uma programação que reúne literatura, música, pensamento e manifestações da cultura urbana.

Ao longo de sua trajetória, Duquesa consolidou seu nome dentro da cena do rap brasileiro e passou a integrar conversas que extrapolam o universo dos lançamentos musicais. Sua participação na mesa ao lado de Gilberto Gil reforça esse movimento de circulação por espaços dedicados ao debate cultural.

O encontro no Teatro Carlos Gomes partiu da canção para discutir transformações, conectando experiências de gerações diferentes e mostrando como a música pode ocupar espaços de diálogo sobre a sociedade.

Flup 2026 reúne programação gratuita no Centro do Rio

Em sua 16ª edição, a Festa Literária das Periferias, a Flup, começou no dia 23 de setembro e segue até 27 de setembro, no Centro do Rio de Janeiro.

A programação ocupa espaços como o Teatro Carlos Gomes e a Praça Tiradentes, com atividades gratuitas que incluem mesas de debate, performances, batalhas de rima, slams e encontros relacionados à literatura, ao pensamento, à música e à cultura.

A edição de 2026 reúne nomes de diferentes áreas e mantém como uma de suas características a aproximação entre manifestações culturais, produção intelectual e expressões vindas das periferias.

Dentro dessa programação, a mesa “Todas as revoluções começam com uma canção” colocou Duquesa e Gilberto Gil em um mesmo espaço para discutir justamente uma das ferramentas mais presentes na trajetória dos dois: a música.

O encontro, mediado por Miriam Leitão, tornou-se um dos momentos da programação em que diferentes gerações da música brasileira puderam compartilhar experiências e perspectivas a partir da força da canção.



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