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os 11 discos colaborativos que são marcos na música brasileira!

Um encontro tomou forma de disco nesta semana. Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto lançaram “Vice-Versa”, unindo suas vozes e composições para consolidar uma relação artística de mais de três décadas. Com o álbum nas plataformas digitais, os dois ainda ganham os palcos em março e abril de 2027. Eles fazem uma turnê por seis cidades: […]

(Fotos: Leo Aversa e Fernando Young/Divulgação)


Um encontro tomou forma de disco nesta semana. Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto lançaram “Vice-Versa”, unindo suas vozes e composições para consolidar uma relação artística de mais de três décadas.

Com o álbum nas plataformas digitais, os dois ainda ganham os palcos em março e abril de 2027. Eles fazem uma turnê por seis cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Curitiba.

O projeto lembrou a força de parcerias, algo muito comum que, ao longo dos anos, principalmente na década de 1970, gerou grandes marcos na música popular brasileira e em toda a indústria fonográfica.

Pensando nisso, o Papelpop separa mais de dez discos de estúdio ou ao vivo para você relembrar, ouvir e apreciar com duplas de Gil e Caetano, passando por Elis e Tom, até Toquinho e Vinicius.

“Domingo” (1967) – Caetano Veloso e Gal Costa

Lançou uma das mais importantes e frutíferas parcerias da história da MPB, com o sucesso “Coração Vagabundo”.

“Clube da Esquina” (1972) – Milton Nascimento e Lô Borges

Virou um clássico absoluto no Brasil e no mundo com sua alma mineira e liberdade criativa, sendo dono de “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo” e “Tudo o que Você Podia Ser”.

“Elis & Tom” (1974) – Elis Regina e Tom Jobim

Com “Águas de Março” e mais duetos icônicos, surgiu como um presente da então gravadora Philips e se tornou um dos maiores discos brasileiros.

“Barra 69” (1975) – Caetano Veloso e Gilberto Gil

Gravado ao vivo em 1969, em Salvador, marcou a despedida dos dois antes do exílio em Londres pelo regime militar.

“O Poeta e o Violão” (1975) – Toquinho e Vinicius de Moraes

Entrou para a história ao unir poesia e instrumento, incluindo as bossas “Garota de Ipanema” e “Chega de Saudade”.

“Gil & Jorge: Ogum, Xangô” (1975) – Gilberto Gil e Jorge Ben Jor

Foi marcado pelo experimentalismo em faixas inéditas e regravações, algumas com mais de 10 minutos de duração.

“Refestança” (1977) – Gilberto Gil e Rita Lee

Eternizou os shows feitos pelos compadres em 1977, na companhia das bandas Tutti Frutti e Refavela.

“A Vida do Viajante” (1981) – Gonzagão e Gonzaguinha

Juntou o Rei do Baião e o filho para celebrar sua reconciliação familiar e suas raízes nordestinas.

“Ana & Jorge” (2005) – Ana Carolina e Seu Jorge

Reuniu grandes sucessos de cada um e emplacou “É Isso Aí”, versão de “The Blower’s Daughter”.

“De Santo Amaro a Xerém” (2018) – Maria Bethânia e Zeca Pagodinho

Percorreu as veredas musicais que ligam a Bahia ao Rio de Janeiro, com sons do recôncavo e muito samba.

“Caetano & Bethânia Ao Vivo” (2025) – Caetano Veloso e Maria Bethânia

Registrou a primeira turnê conjunta dos irmãos em quase 50 anos e venceu o Grammy de Melhor Álbum de Música Global.

“Vice-Versa” (2026) – Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes

Após 30 anos de admiração e pontuais encontros, estreitou laços artísticos com repertório inteiramente novo.

Qual é o seu favorito?





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