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TAMEC planeja criar “emissora digital” com Maik após reality de trap e novos programas

[ad_18] Publicidade A TAMEC está ampliando sua atuação para além dos lançamentos musicais e quer transformar sua operação em uma espécie de “emissora digital”, reunindo música, realities, programas próprios e transmissões ao vivo. A nova fase ganhou ainda mais espaço com Maik, que encerrou as lives no antigo QG do Maik para desenvolver seus próximos […]

TAMEC planeja criar “emissora digital” com Maik após reality de trap e novos programas

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A TAMEC está ampliando sua atuação para além dos lançamentos musicais e quer transformar sua operação em uma espécie de “emissora digital”, reunindo música, realities, programas próprios e transmissões ao vivo. A nova fase ganhou ainda mais espaço com Maik, que encerrou as lives no antigo QG do Maik para desenvolver seus próximos projetos dentro da estrutura da empresa.

Apesar de muita gente ter conhecido a TAMEC em 2026, principalmente depois da Casa TAMEC, a marca já aparecia nas plataformas antes disso. Existem lançamentos creditados à TAMEC Records desde pelo menos 2024, como “Na Minha Onda”, trabalho que reuniu TAMEC, Dudu, JayA Luuck e Blanko, além das participações de Hunter, Flepa, Don Plako e MYQUE.

Em 2025, o selo continuou aparecendo em novos lançamentos, principalmente ao lado de nomes como Blanko e Lizinmec.

Blanko e Joshua Lavaggi são apontados como fundadores da TAMEC Records. Atualmente, Joshua aparece na direção da empresa, enquanto Blanko atua como produtor e A&R. Saik aparece como diretor criativo e Lizinmec como artista.

A própria TAMEC se define como um selo de música urbana e hub de produção de conteúdo. A estrutura também trabalha com produção musical, audiovisual, distribuição, estratégia de lançamento e gerenciamento de carreira.

Casa TAMEC levou a empresa para outro espaço

Foi em 2026 que a parte de entretenimento começou a ficar muito mais visível.

Em junho aconteceu a primeira edição da Casa TAMEC, apresentada pela própria empresa como o primeiro reality de trap do Brasil. O projeto teve 72 horas de transmissão com artistas convivendo na mesma casa, participando de desafios, freestyles e sessões de criação.

Maik apresentou o reality, enquanto Duzz terminou como campeão da primeira edição. O projeto também reuniu nomes como BIGFETT, Young Nego K, Fabgodamn, AKAO47, Novato, OGMECBABY, Anlu SBKAOS e Lizinmec.

Segundo a TAMEC, seis músicas foram gravadas durante os três dias e o projeto passou de 5 milhões de impressões no Instagram. A empresa também já afirma que está trabalhando em uma segunda temporada.

Parte do que foi criado dentro da casa continuou sendo trabalhado depois do fim das transmissões. Pelo menos dois sons gravados durante o reality já foram lançados oficialmente.

A ideia da Casa TAMEC não era apenas colocar artistas juntos diante de uma câmera. Enquanto o público acompanhava tudo ao vivo, o espaço também funcionava como um camp de criação, com músicas sendo produzidas dentro do próprio reality.

TAMEC começou a montar sua própria programação

Depois da Casa TAMEC, outros projetos começaram a mostrar com mais clareza que a empresa queria construir uma operação de conteúdo recorrente.

Um deles é o FIZ UM TROCA, apresentado por Crial. O programa mistura entrevista, humor e improviso e encerrou sua primeira temporada com quatro episódios.

Outro projeto é o TAMAIK, apresentado por Maik. O formato mistura livestreams e quadros ligados ao rap e ao entretenimento. No episódio de estreia, por exemplo, Maik montou um Top 10 de tretas do rap nacional, passando por nomes como Raffa Moreira, Matuê, Teto, Hash, ABBOT, Highlander, Young Mascka e Mano Brown.

No site oficial, a TAMEC apresenta o TAMAIK como um projeto de livestreams com quadros semanais e convidados.

Maik encerrou o QG do Maik e levou as lives para a TAMEC

No dia 9 de setembro, Maik anunciou o encerramento das transmissões pelo QG do Maik, canal onde vinha desenvolvendo suas lives.

A partir dali, a nova fase de seus conteúdos passaria a acontecer dentro da TAMEC.

Durante a primeira transmissão dessa etapa, Maik mostrou parte da estrutura que estava sendo preparada, falou sobre novos equipamentos para lives IRL e explicou que queria produzir conteúdos maiores, com mais pessoas envolvidas e uma estrutura mais completa por trás das transmissões.

Foi também nessa live que ele revelou o objetivo mais ambicioso dessa nova fase.

Segundo Maik, existe um plano de dois anos para transformar a TAMEC no “maior hub de entretenimento do Brasil” e em uma “emissora digital”. O streamer também afirmou que pretende se tornar um dos maiores nomes do streaming brasileiro durante esse período.

A ideia de “emissora digital” ajuda a entender melhor a direção da TAMEC. A empresa não quer manter apenas um canal que recebe clipes quando um artista lança uma música. Reality, entrevistas, humor, livestreams, quadros sobre rap, convidados e produção musical começam a fazer parte da mesma estrutura.

Na prática, o objetivo é criar uma programação que continue funcionando mesmo quando não existe um novo lançamento musical acontecendo.

Maik chegou a falar inicialmente em transmissões diárias durante o anúncio da mudança. Atualmente, o site oficial da TAMEC informa que o streamer realiza três lives por semana dentro da programação da empresa.

Música continua sendo uma das bases da TAMEC

A expansão para o conteúdo não significa que a TAMEC esteja deixando os lançamentos de lado.

Em 2026, o selo continuou trabalhando com música enquanto os novos formatos de entretenimento cresciam em paralelo. A diferença é que os dois lados agora começam a se encontrar com mais frequência.

A própria Casa TAMEC é um exemplo disso. Durante três dias, o processo de criação dos artistas virou parte do entretenimento ao vivo e algumas das músicas feitas naquele ambiente posteriormente chegaram ao público como lançamentos oficiais.

O FIZ UM TROCA abriu uma frente de entrevistas e humor com Crial. O TAMAIK colocou Maik em uma programação recorrente. Agora, com as antigas lives do QG do Maik migrando para essa nova estrutura, o streaming também passa a ocupar um espaço maior dentro do projeto.

Transformar tudo isso em uma “emissora digital” ainda é um objetivo para os próximos anos, não algo que a TAMEC já tenha alcançado. Mas a direção apresentada pela empresa e por Maik está cada vez mais clara: colocar artistas, estúdio, música, programas, lives e outros formatos de entretenimento dentro da mesma operação.

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