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Donald Trump analisa nos bastidores a possibilidade de conceder perdão presidencial a Sean Diddy Combs. Segundo a CBS News, o presidente norte-americano agendou reuniões para tratar de clemência a diversos condenados, e o nome do empresário do rap entrou nas discussões privadas.
Atualmente, Diddy cumpre pena de pouco mais de quatro anos na prisão federal de Fort Dix, em Nova Jersey. Ele foi condenado no ano passado por duas acusações de transporte para fins de prostituição, mas acabou absolvido das acusações mais graves de tráfico sexual e associação criminosa.
O movimento por clemências ganhou força nas últimas semanas devido à proximidade do aniversário de 250 anos dos Estados Unidos, que acontece hoje.. Embora o nome do magnata do rap seja debatido diretamente por Trump, ele não consta na lista oficial de recomendações elaborada pela equipe de indultos da Casa Branca, que está focada em condenados por violações ambientais da Lei do Ar Limpo.
“O presidente Trump é o tomador de decisão final em qualquer ação relacionada à clemência”, declarou um funcionário da Casa Branca à CBS News.
Em janeiro deste ano, Trump havia afirmado ao New York Times que recebeu uma carta escrita por Diddy solicitando o perdão, mas assegurou na época que não estava considerando o pedido. O cenário, contudo, mudou com as recentes articulações políticas nos bastidores do feriado de 4 de julho.
Outro nome da cena hip-hop que tenta obter o perdão presidencial é Pras Michel, integrante do grupo Fugees. O artista cumpre uma sentença de 14 anos em regime fechado após ser condenado por conspiração e lobby ilegal estrangeiro.
A condenação de Pras Michel aponta que ele atuou em conjunto com o financiador malaio Jho Low para influenciar o governo dos Estados Unidos. Low, acusado de desviar 4,5 bilhões de dólares de um fundo soberano da Malásia, também enviou uma petição de clemência à Casa Branca.
Até o momento, Trump não tomou uma decisão definitiva sobre os pedidos de Pras Michel ou Jho Low. A postura flexível do presidente em relação a indultos tem sido alvo de críticas por parte de parlamentares democratas, que investigam possíveis dinâmicas de favorecimento político na concessão dos benefícios.
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