Nostalgia eleva consumo de repertório antigo e aproxima marcas de novos públicos, diz Luminate
Um estudo da Luminate divulgado em 2026 aponta que a nostalgia tem papel central no aumento do consumo de músicas antigas nas plataformas de streaming. Segundo os dados, canções de catálogo mais antigo registraram uma movimentação expressiva nas audições, em um fenômeno que impacta tanto comportamento do público quanto estratégias de mercado.
O levantamento da Luminate destaca que a retomada de sucessos de décadas passadas tem sido alimentada pelo apelo nostálgico dos ouvintes, que voltam a consumir faixas já consolidadas em formatos digitais. Esse aumento no consumo de repertório clássico aparece como um vetor importante para o cenário do streaming no ano de 2026.
Além do efeito direto sobre as audições, o relatório da Luminate aponta que a tendência nostálgica tem consequências comerciais: marcas e anunciantes vêm se aproximando de novos públicos por meio da utilização de músicas antigas em campanhas, playlists patrocinadas e ações de comunicação. De acordo com o estudo, essa relação entre memória musical e identificação do público permite que empresas alcancem audiências ampliadas ou diferentes das originais das canções.
O documento da Luminate também sugere que a dinâmica do mercado fonográfico e das plataformas de streaming segue sendo influenciada por fatores culturais e geracionais ligados à memória afetiva, o que se reflete na curadoria de conteúdos e nas escolhas de programação em serviços de áudio digital.
Imagem: Imagem Divulgação
O estudo consolida a percepção de que a nostalgia funciona como um motor de consumo musical em 2026, beneficiando tanto o catálogo de músicas antigas quanto as ações de marcas que buscam conexão com públicos variados.
Com informações de Mundodamusicamm
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