O Rio2C acaba de abrir a votação popular do PitchingShow, iniciativa que coloca o público no centro da seleção de artistas que seguirão para a próxima fase do evento. Entre os dias 23 e 30 de março, os interessados podem escolher até cinco nomes entre os 12 projetos selecionados nesta etapa.
A dinâmica mistura participação do público com curadoria profissional. Segundo as regras divulgadas pelo evento, os cinco artistas mais votados avançam, junto com outros três convidados pela comissão, para a fase de apresentação ao vivo. Depois disso, cada participante fará um pocket show de 30 minutos, apresentando seu projeto para uma banca de especialistas no Rio2C Stage.
Essa abertura de votação dá ao processo um peso interessante para quem acompanha o mercado musical. Isso porque o PitchingShow se posiciona como uma vitrine que tenta unir descoberta de novos talentos, resposta imediata do público e avaliação técnica, algo cada vez mais valorizado em ambientes de conexão entre artistas e indústria.
Como funciona a votação do Rio2C
A votação popular do Rio2C fica aberta até 30 de março e permite que cada pessoa escolha até cinco artistas favoritos. Para registrar o voto, é preciso informar CPF ou, no caso de estrangeiros, o número do passaporte. O formulário apresenta os 12 nomes selecionados e deixa claro que o processo depende da identificação do votante.
Esse modelo ajuda o evento a limitar votos duplicados e dar mais consistência ao resultado. Também torna a disputa mais direta para o público, que não precisa navegar por várias etapas antes de escolher seus preferidos. Em vez de uma seleção fechada apenas para jurados, o PitchingShow adiciona um termômetro de interesse real, com participação aberta pelo site.
Os artistas que disputam essa fase são Nina, Yan Cloud, Demarca, Siba Puri, Sofia Gayoso, João Pastor, Jadsa, Thami, Fuze, Marco Baptista, Nanda Tsunami e Kiaz. A lista reúne nomes de perfis distintos, o que tende a movimentar públicos diferentes e gerar uma votação com recortes variados de audiência.
Para quem acompanha festivais e plataformas de descoberta, esse tipo de seleção pública também funciona como teste de mobilização. Mais do que medir popularidade pura, a votação mostra quem consegue ativar comunidade, despertar curiosidade e converter interesse em ação. Em um cenário em que presença digital conta muito, isso passa a ter valor estratégico.
O que está em jogo para os artistas selecionados
O avanço para a etapa ao vivo não significa somente ganhar visibilidade dentro do evento. No formato divulgado pelo Rio2C, os classificados farão um pocket show de 30 minutos para uma banca de especialistas, o que coloca os projetos em uma situação mais próxima de uma apresentação profissional para agentes do setor.
Ou seja, isso transforma o PitchingShow em algo maior do que uma simples votação. A fase seguinte cria um ambiente em que o artista precisa sustentar sua proposta ao vivo, defender repertório, presença de palco e identidade de projeto diante de profissionais com olhar de mercado. É uma oportunidade relevante para quem busca circulação, conexões e novas portas dentro da cadeia musical.
Outro ponto que chama atenção é a combinação entre os cinco mais votados e três convidados pela comissão. Esse desenho evita que a etapa fique restrita apenas à força de mobilização digital e preserva espaço para escolhas de curadoria. Para o público, a sensação é de participação concreta. Para o evento, permanece a possibilidade de equilibrar engajamento e visão artística.
Ao abrir essa votação popular, o Rio2C também cria um momento de conversa entre artistas e audiência antes mesmo das apresentações. Isso costuma aumentar o alcance dos nomes envolvidos e gerar tráfego, compartilhamentos e torcida nas redes. Mesmo para quem não avançar, a presença na seleção já funciona como um sinal de validação dentro de um dos encontros mais acompanhados do setor criativo.
Até 30 de março, o movimento agora é de campanha, divulgação e articulação de base. Para os artistas, cada voto pode pesar na passagem para a próxima etapa. Para o público, é a chance de interferir diretamente em quais projetos chegarão ao palco.
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