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Museu do Hip Hop está de cara nova

Prestes a registrar 60 mil visitas em dois anos de atividade, o Museu da Cultura Hip Hop RS – primeiro e único da América Latina dedicado ao movimento – acaba de passar por uma remodelação geral em sua área permanente por meio da Lei Rouanet, patrocínio master Petrobras e patrocínio Caixa Econômica Federal. Com quinhentos […]

Museu do Hip Hop está de cara nova


Prestes a registrar 60 mil visitas em dois anos de atividade, o Museu da Cultura Hip Hop RS – primeiro e único da América Latina dedicado ao movimento – acaba de passar por uma remodelação geral em sua área permanente por meio da Lei Rouanet, patrocínio master Petrobras e patrocínio Caixa Econômica Federal. Com quinhentos novos itens, provenientes das nove regiões funcionais do estado, e ainda mais tecnológica e interativa, a experiência imersiva já está em cartaz. O Museu do Hip Hop fica situado na Rua Parque dos Nativos, 545, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A entrada é gratuita.

Referência na preservação, documentação e difusão da cultura hip hop no Brasil, especialmente na região sul, o Museu do Hip Hop ganhou novos painéis de LED, telas touch, projeções e plotagens, valorizando a memória, a estética e o caráter comunitário do hip hop. A intervenção prioriza a compreensão conceitual do movimento, seus elementos culturais, sua história e sua relevância social, sem alterar a estrutura física já consolidada.
Além das novidades nos espaços comuns como corredores, banheiros, recepção e biblioteca, a Exposição Permanente tornou-se o coração após a remodelação. Agora, chamada de Sala Cinco Elementos, a área conta com 14 núcleos temáticos, cada um concebido para proporcionar ao visitante uma experiência narrativa, educativa e sensorial, refletindo os valores centrais do hip hop: resistência, criatividade e coletividade.

“O museu é um organismo pulsante que sempre estará sendo atualizado, porque a história do hip hop não para. Todos os dias o movimento cresce. Então, a nossa ideia é ter remodelações significativas para ampliar o conhecimento e enriquecer a experiência do público. Já temos muitos agendamentos de novas instituições para 2026, e o museu ganha cada vez mais projeção despertando o interesse de renovação do público. E agora, os mais de 57 mil visitantes que passaram por aqui nos últimos dois anos também podem retornar para uma experiência inédita”, explica Rafa Rafuagi, fundador e coordenador do Museu da Cultura Hip Hop RS.

Entre os destaques da remodelação estão:

  • Painel de LED de boas-vindas: logo na chegada, um grande painel de LED funciona como um portal visual para o universo do hip hop. Imagens em movimento, cores vibrantes e ritmo criam impacto imediato, preparando o público para uma imersão sensorial;
  • Linha do Tempo: dispositivo destacando fatos marcantes e curiosidades da história do hip hop que ilustram a narrativa para o visitante entender a força cultural e social do hip hop de forma ainda mais clara;
  • Núcleo Hip Hop das Manas: um núcleo exclusivo celebrando as mulheres do hip hop, com vídeo clipes e destaques do protagonismo feminino;
  • Totem interativo: ampliando os limites da exposição física;
  • Vitrines cenográficas: vitrines imersivas recriando cenas típicas do cotidiano hip hop;
  • Painéis com luzes futuristas: painéis iluminados com estética futurista criam atmosferas que dialogam com inovação e transformação;
  • Mosaico com telas de LED destacando imagens históricas do movimento hip hop gaúcho





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