[ad_18]
Mixtape “Meu Dinheiro, Minhas Regras” chega no dia 27 de janeiro com discurso de independência, estética afiada e forte conexão com o público
Por trás da máscara, Zlatan sabe exatamente o que está fazendo. Com a mixtape “Meu Dinheiro, Minhas Regras” prestes a ser lançada, o artista vive um momento de afirmação: atento à própria história e determinado a transformar vivência em arte. A trajetória, no entanto, veio acompanhada de renúncias. “Acho que o preço da gente aqui que trabalha com recursos é justamente o nosso tempo, a nossa saúde mental”, diz ele.
O projeto é fruto de um processo intenso. “Pra fazer o ‘Meu Dinheiro Minhas Regras’ eu perdi muito sono, tá ligado?”, conta Zlatan. “Várias oportunidades de estar fazendo outras fitas também, mas pensando só numa coisa só, entre aspas, né? Óbvio que a gente não fica pensando exatamente numa coisa só, mas pensando várias coisas que possam se afunilar pra dentro do projeto também.”
A mixtape nasce como um manifesto. Trata-se de uma declaração pessoal sobre controle, escolhas e construção de identidade. O dinheiro, mais do que símbolo de status, é apresentado como ferramenta de liberdade, um jeito de dizer: “Agora, quem faz as regras sou eu.”
O corre e o conceito
As faixas de “Meu Dinheiro, Minhas Regras” foram compostas sem recorrer a material anterior. “Não tem nenhuma faixa reciclada”, diz Zlatan. A decisão de começar do zero tem relação direta com a proposta do projeto. “É um trabalho que não tem nem preço. Tanto de… não tem nem… tá ligado? O bagulho foi… é mais do que isso. É um diamante que cê lapida ali.”
A resposta do público ajudou a moldar os caminhos. “Quando eu acabei de fazer a música eu postei um story, mano, o bagulho choveu de gente falando que queria o som já. E isso foi um dos primordiais mesmo pra eu pensar: ‘Mano, tem que vir um projeto, pá’.”
Desde junho, o artista vem compartilhando prévias nas redes sociais. “Bebeto e Romário” foi a primeira a aparecer. Depois vieram “Meu Dinheiro, Minhas Regras” (com Niink), “1, 2, 3 Glock”, “Quem Diria Nós” e “Atiradores”. A movimentação nas plataformas já soma mais de mil vídeos. No Twitter, os fãs acompanham cada etapa do processo com ansiedade.
A estética do bando
A identidade visual também foi trabalhada desde o início. A máscara usada por Zlatan carrega referências ao artista surrealista Salvador Dalí, conhecido por desafiar convenções e seguir um caminho próprio. No teaser oficial, postado em agosto, o artista explica o conceito por trás do projeto e da estética que o cerca.
O figurino do “bando” inclui macacão, 12 Molas preto (símbolo da quebrada) e a máscara. Zlatan quis mostrar que a partir do momento em que você tem dinheiro, você pode escolher o que vai fazer, ninguém vai ter a autoridade de ditar quem você é.
Além de Dalí, o artista cita Muhammad Ali e Dick Vigarista como referências. “Tem a semelhança de bigode, esses bagulho. E ainda jogar para os dois pontos de vista, né? Tanto de um artista atemporal ali, quanto até num desenho animado que faz parte da nossa infância… um vilão mal compreendido.”

O single que abre caminho
“Meu Dinheiro, Minhas Regras”, a faixa, chegou às plataformas no dia 18 de dezembro, às 21h, pela Warner Music Brasil. A música abre a mixtape e apresenta o tom do projeto. Com beats firmes e letras diretas, Zlatan transforma o próprio percurso em discurso. “Essa música vem de tudo o que eu vivi até aqui. Fala sobre entender o valor do que foi construído com esforço e sobre não deixar que ninguém decida por você”.
A faixa também é o ponto de partida conceitual. “Eu quis começar a mixtape com uma música que deixasse claro de onde eu venho e como eu penso. É uma forma de apresentar o que vem pela frente.”

O próximo passo
Com lançamento marcado para 27 de janeiro, a mixtape “Meu Dinheiro, Minhas Regras” representa mais do que uma nova fase na carreira de LPT Zlatan. É o retrato de um artista no comando de sua narrativa, consciente do impacto que pode causar ao contar sua história sem filtros. “É tanta coisa que a gente abdica, né mano, pra poder fazer um bagulho que a gente acredita e gosta”, resume. No fim das contas, como ele mesmo diz, é um trabalho que “não tem nem preço”.
[ad_21]
Fonte